Considerações sobre uma Reforma Política Necessária
Em tempos de verborragia desenfreada sobre a necessidade de reforma política para salvar as instituições nacionais, esse frase curta é de significado inestimável. Com conotação messiânica; para todo e qualquer percalço, é proposta uma reforma política, um novo marco regulatório do processo eleitoral, que porá fim, de forma definitiva, em todas as mazelas que afligem a política nacional.
Considerações Sobre Uma Reforma Política Necessária, Possível, Plural e Democrática.
"Soluções republicanas para males republicanos"
(Madison)
A despeito do teor severo da análise preliminar, sou entusiasta de primeira hora dessa reforma eleitoral, como de todas as demais reformas estruturantes para o Estado brasileiro, tendo clareza da enorme dificuldade em aprovar qualquer delas. A garantia de qualquer das reformas - previdenciária, tributária, universitária, agrária, urbana, das telecomunicações e a política - na profundidade que os desafios dos nossos dias nos impõem, é vaga e pouco compreendida, apesar de, quero acreditar, possível.
O enfrentamento político no sentido da remodelagem do espaço institucional requer exigentemente o desfazimento de caricaturas magistralmente constituídas por grupos interessados em apresentar alegoricamente o Brasil para o seu povo. O invocamento da imperiosa necessidade de reforma política a cada escândalo, em enorme quantidade, criados pelo show bussnes da mídia, tornou-a caricatamente uma espécie de solução final. Escatológica. Uma solução messiânica institucional para os dramas que assolam o processo político-administrativo e decisório no país.
Não possuo, de pronto, a solução, para cada uma das reformas estruturantes aludidas no texto, em termos de conteúdo. Para isso, há que consultar especialistas nas diversas áreas, pôr o interesse público no centro de cada demanda. Fundamentalmente, a convicção que tenho consiste no aspecto procedimental.
O procedimento inicial, portanto, para uma reforma profunda em respostas as demandas que se apresentam diante de nós é o aniquilamento total das caricaturas políticas que assombram nosso passado e flagelam nosso presente. O que pode ser averiguado é exatamente o contrário do que acabei de defender. De tal sorte, devemos elencar as causas deterioradoras de nossas instituições republicanas. Não se trata de tarefa fácil, nesse sentido cumpre o desfazimento de certos lugares comuns, a fim de que se possa alcançar efetivamente a compreensão dos verdadeiros gargalos que emperram nosso sistema de representação política. A par disso, defendemos pontos centrais para um reforma verdadeiramente plural, democrática e efetivamente possível, sem sucumbir aos factóides provenientes dos interesses dos burocratas partidários ou da influência do poder econômico.
Nas próximas publicações trataremos, de forma detida, um a um os itens que julgamos imprescindíveis a uma reforma política, além de plural e democrática, possível e necessária.
Paulo Mariano Pires / Colunista
Aluno do curso de Direito da Universidade Federal Fluminense - UFF
Harry Potter e as Relíquias da Morte
Acordo dentro de um mundo paralelo cheio de magia e feiticeiros. Aqui não é um mundo onde a dor e a realidade atrapalham meus pensamentos, estou dentro de um extâse de passagem da infância/adolescência para a vida adulta. Tentando combater o mal que existe dentro de mim... Ou o outro, aquele que não se pode dizer o nome, ele me espera... aguarda a minha coragem de ir lá fora enfrentá-lo.
Sozinho, sem a ajuda dos meus amigos ou familia. Vencê-lo para evoluir, crescer, amadurecer.
Estou no Cinema, olho o relógio 9 da noite. Aqui o tempo não vale muito. Escorre, foge entre os bruxos e bruxas que transitam nessa terra mágica. Os Cosplay, alguns se vestem estranhamente com roupas "normais", será que não sabem que estão em uma nação diferente da realidade urbana e comum? Estão à espera do Último embarque!
A fila para entrarmos nos portões da sala mágica serpenteia por entre as mesas da praça de alimentação. Mas quem liga para esse detalhe, sabemos que dentro de poucos instantes estaremos sendo transportados para uma mágica aventura, a última aventura desse bruxo que tanto nos surpreende O Sr. Harry Tiago Potter.
O coração bate acelerado é chegada à hora de sentarmos nas poltronas dessa janela indiscreta que nos permite ver e sentir o outro mundo sem nos mexermos... O filme é tudo o que disseram e mais um pouco, aventura de Harry Potter vai ao seu ápice e todos no cinema são arrebatados por sensações indescritíveis. Vá ao cinema não espere DVD, não espere nada... O que é sentido no cinema é único!
Na trama, a batalha entre as forças do bem e do mal alcança o mundo dos trouxas, enquanto Harry, Ron e Hermione continuam procurando e destruindo as horcruxes. Para vencer o lorde das trevas, um último sacrifício deve ser cometido.
No elenco estão Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Ralph Fiennes, Michael Gambon, Alan Rickman, Matthew Lewis, Evanna Lynch, Helena Bonham Carter, Maggie Smith, Jim Broadbent, David Thewlis, Julie Walters, Emma Thompson, Jason Isaacs, Tom Felton, Warwick Davis, John Hurt, Robbie Coltrane e Gary Oldman, entre outros.
Omelete entrevista David Yates:
O diretor dos quatro últimos filmes da série. O cineasta conta como conseguiu se manter de pé após tanto trabalho e pressão, o que levou para casa das filmagens e compara o desfecho da série com o final de O Senhor dos Anéis. Assista ou leia a transcrição abaixo.
Como vai você?
» Eu estou bem. Este é o dia... quantos dias de junket nós fizemos até agora? Enfim, este é o primeiro dia em Nova York. Eu estou muito bem. E ainda temos a première amanhã, o que vai ser ótimo.
Acho também que deve ser legal quando as pessoas estão tão entusiasmadas com o seu filme, além do fato de que ele faz muito dinheiro e é tão popular. Acho que deve ser mais fácil falar sobre um filme assim do que quando pode-se notar que as pessoas não gostaram do resultado final.
» Eu não consigo imaginar como seria conversar com alguém sobre um filme que as pessoas não gostaram. Isso seria horrível. Felizmente, eu nunca tive uma experiência dessas. Bate na madeira. Isso é ótimo. Na première de Londres no outro dia, 25 mil fãs em pé, aclamando e gritando. Gente do Brasil, Chile, Japão, Espanha, Suécia, todo lugar. E foi a vista mais bonita. Eles ficaram esperando lá por quatro dias. Eu sinto muito orgulho e gratidão por aquelas pessoas estarem lá.
Juro por Deus, cara, eu não sei como você fez isso. Digo isso como fã e como cinéfilo, alguém que sabe quanto tempo se leva para fazer um filme. O resto das pessoas não tem noção do que é isso. O que eu realmente não entendo como você ainda está em pé, de verdade, depois de ter feito quatro filmes incríveis e tão grandiosos.
» Eu meditei. Fiz um pouco de yoga, e também utilizei de algumas doses abundantes de álcool. Isso me sustentou, mas eu também tive uma ótima equipe, você sabe disso porque conheceu alguns deles. Stuart Craig, Stephen Woolfenden, Jamie Christopher. Meu time: Jenny, John Richardson, de efeitos especias, Tim Burke, de efeitos visuais, meus produtores. Éramos uma família fazendo estes filmes. Eu estava à frente tomando as decisões sobre a direção para aonde íamos, mas eles estavam lá comigo. Nós fizemos os filmes juntos.
Eu imagino que em certo momento, agora que a franquia se encerra, eles vão lançar um Box definitivo de Blu-ray com todos os filmes, todos os extras e tudo mais. Em especial com a cena em King's Cross que você refilmou, há algo que você deixaria os fãs verem eventualmente, ou é algo do tipo "isso realmente não funciona e eu não quero que isso saia"?
» Quer saber, eu preciso assistir a tudo isso novamente para ter certeza. Neste momento, eu ficaria muito feliz em mostrar isso, porque é bobagem segurar essas coisas. É muito melhor as pessoas verem. Se aquilo causa interesse, se os deixa instigados, eu ficaria muito feliz em lançar um DVD daqui a alguns anos mostrando. Mas honestamente eu preciso vê-las novamente, pois já faz um bom tempo que não as vejo.
Falando hipoteticamente, você pegou "emprestado" algum objeto do set, e levou para sua casa? Claro que é uma hipótese, pois eu sei que você nunca pegaria nada.
» Ganhei um presente que era uma grande pintura, que David Heyman e David Barron fizeram de mim como um bruxo, para colocar na parede. Eu tenho "Os Contosde Beedle, O Bardo". Também tenho uma varinha. Uma varinha muito bonita que o departamento de arte fez como um tipo de lembrança. E estes são meus objetos. Bem, na verdade há mais um... Eu preciso confessar: eu tenho a bolsa da Hermione. Pois eu realmente gosto daquele objeto. E ela está na minha escrivaninha neste momento
Eu não acho que exista uma maneira de deixar todo e qualquer fã feliz com o final do filme. Simplemente não há. Há tanta emoção trazida por cada um que leu os livros, que tudo o que você poderia fazer era ter dado o seu melhor e aí esperar que isso agradasse à maioria das pessoas. Dito isso: você alguma vez quis fazer algum final parecido com o final de O Senhor dos Aneis - O Retorno do Rei, em que há vários finais?
» Eu entendo o que você está dizendo. Eu adoro O Retorno do Rei como filme. E também amo a trilogia toda. É um feito incrível. E também sou um grande fã do trabalho de Peter Jackson. É inspirado e inspirador. Mas eu não gosto muito da maneira como O Retorno do Rei acabou, eu achei que aqueles finais "intermináveis" foram um tanto frustrantes. Esta é uma visão pessoal e milhões de pessoas não pensam igual. Eu gostaria muito de evitar esses "finais falsos", como eu gosto de chamar. Nós ficamos: "É o final! Não é o final! Nós vamos fazer mais um. Não é bem o final ainda" e quando chega o final de verdade você está exausto. Então eu quis terminar de um jeito que fosse satisfatório, tocante e simples.
Eu imagino que a Warner Bros. tenha tendência em manter os cineastas com eles. Eles têm os Nolan, Todd Phillips, Zack Snyder ... eles se associam a estes cineastas. Eles têm conversado com você sobre se tornar um dos diretores ligados à Warner?
» Eu adorei trabalhar com a Warner e gostaria de ficar por lá o máximo que puder. Eles são ótimos, eles são muito respeitosos e generosos, também são ótimos parceiros. Fazer um filme é algo muito difícil, e é preciso fazê-los com pessoas maduras, e o pessoal da Warner é maduro. Eles entendem o quanto é difícil, eles têm uma grande maturidade para deixar tudo organizado. Eu estou muito feliz na Warner.
Última coisa: obviamente a parceria entre você e os Davids e também Steve Kloves, provou ser uma combinação arrasadora. Vocês estão conversando sobre fazerem mais alguma coisa juntos?
» Nós estamos. Gostamos muito uns do outros, eles são ótimos. É um ótimo time, basicamente. Então vamos fazer algo. Mas acho que trabalhamos tanto nos últimos anos que precisamos de uma pausa, precisamos dar uma parada. Precisamos respirar e dar mais um tempo. Depois tenho certeza de que faremos algo juntos.
Muito obrigado e sinceramente, eu adorei o filme.
Como melhorar nosso relacionamento com os outros
Vivemos num mundo onde precisamos aprender a viver com os demais, independente das suas manias e opiniões, pois diariamente, no trabalho, na escola, faculdade, em família, amigos ou na comunidade encontramos pessoas diferentes de nós, alguns perdem oportunidades e ate amizades, e por vezes se complicam por não saberem lidar com alguns tipos de pessoas.
Somos seres complexos e por vezes temos dificuldade de entender o porquê reagimos às vezes de modo tão indesejado e também o porquê temos, em alguns casos, dificuldades de entender os outros. Compreendendo a si mesmo o homem poderá compreender melhor os outros...
Fique atento nas próximas linhas...
“... Você diz que seus pais não o entendem, mas você não entende seus pais..." Renato Russo
Conhecer a si próprio é o principio de conhecer ao outro, conhecer os TEMPERAMENTOS e aprender a lidar com cada um é o um bom começo para se entender e relaciona-se bem consigo e com o outro.
Mas é o que é o temperamento?
A palavra temperamento deriva do latim "temperamentum" e significa "uma mistura em proporções". É a mesma derivação de tempero e temperança. Basicamente temperamento é a combinação de características congênitas que herdamos dos nossos pais que, de forma inconsciente, afetam o comportamento humano.
É o temperamento que torna a pessoa extrovertida ou introvertida, que faz com que uma pessoa se interesse por desporto e outra pela música e pela arte.
Obviamente que o temperamento não é a única influência na vida de cada pessoa. A educação familiar, o processo de socialização e a motivação exercem grande influência, mas o temperamento é aquilo que, a par da cor dos olhos e de outras características físicas, nos acompanha ao longo da vida...
Os quatro temperamentos básicos do ser humano: cada temperamento é dotado de pontos positivos e pontos negativos, destacaremos abaixo para que cada um analise a sim mesmo, mas é importante ressaltar que para uma conclusão do seu temperamento principal ou auxiliar é preciso muita sinceridade, se preciso peça opinião a pessoas de confiança sobre você.
“Não tenha medo de ser objetivo quanto a você mesmo, ou de enfrentar seus pontos fracos. Os pontos fortes são acompanhados de fraquezas que devem ser enfrentadas de modo realista...”
Enquanto cada um vai se avaliando na próxima matéria vamos discutir sobre cada temperamento, conhecer melhor sobre cada um e aprender a lidar e conviver em harmonia...
Abraços e até a próxima!
Ladyanne Sousa / Colunista JVN
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Sexualidade, material ou sentimental?
A juventude atual prega o desapego, o uso, o reaproveitamento pessoal e o vazio. Fato, só torna-se possível a felicidade, quando essa estiver em comunhão entre duas ou mais pessoas, ou seja, a solidão feliz é hipócrita, porém, quando compartilhada é real.
O mundo cansou de ser feito objeto, agora está se fazendo objeto, o que é ainda mais deprimente, as pessoas brincam umas com as outras, e a explicação posterior é para mim nojenta: "Que mal há nisso? Estou apenas vivendo!”. Que vida é essa que nos faz, obrigatoriamente, infelizes e vazios? Que nos torna escravos de uma "felicidade" quantitativa?
Uma coisa é certa, quanto maior o número, maior a necessidade, maior o buraco dentro de si. Na vida, tudo o que falamos ou fazemos deve ser peneirado antes de ser posto em prática. Primeiro, devemos analisar se aquilo é BOM para ambos. Depois se é VERDADEIRO, e o mais importante, será que é realmente NECESSÁRIO?
A sociedade tornou o sexo fútil e casual, a conquista não existe mais. Tudo é muito fácil, muito à mão. O interesse é onipresente. Uma pessoa não pode aproximar-se de outra sem que haja um motivo maior do que um simples diálogo. Estamos nos tornando viciados nas relações vazias, e isso limita o nosso pensamento, nos aprisiona. Temos que pregar sim, o desapego aos números, a essa soma macabra que não adiciona nada, pelo contrário, só diminui.
Leiliane Alvez / Colunista JVN
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Chegou o dia da entrevista!
Uma entrevista de emprego não se resume apenas em rezar para que seu currículo seja aceito ou responder algumas perguntas.
Aqueles 30 minutos dizem muito mais sobre você. Se até profissionais empregados têm dúvidas quanto à forma correta de se comportar com seus superiores e colegas de trabalho, imagina em uma entrevista em que você será avaliado.
Com o intuito de auxiliar você que está buscando uma vaga no mercado de trabalha, sugerimos algumas dicas de como ter uma postura melhor na hora da entrevista, assim você se sentirá mais seguro e preparado na próxima vez que se deparar com uma oportunidade de emprego.
Dicas:
I. Apresente-se: aproveite o momento para dizer claramente quem você é, mantendo o contato visual. Preste atenção no que o entrevistador responder: você não deseja esquecer o nome dele, nem pedir para que ele depois repita. Fuja de fórmulas prontas, seja cordial. “Bom dia, meu nome é Shirlei Melo”, logo em seguida, fale onde mora, qual seu grau de escolaridade, o que pretende cursar ainda e de suas experiências profissionais.
Lembre-se: o entrevistador quer ouvir as experiências mais pertinentes à vaga a que você está concorrendo.
II. Busque a sintonia: dedique o máximo de atenção à conversa com o entrevistador. Esta é a hora da verdade – não fique olhando pela janela, para o relógio, rabiscando (mas tomar notas pode!) ou brincando com o lápis. Mesmo que você consiga se concentrar, mantendo o olhar distante, pense na imagem que você estará transmitindo. Mantenha a postura, e o contato visual de forma natural e relaxado.
III. Fale com clareza: não exagere no volume, mas também não sussurre ou murmure. Pronuncie todas as palavras, responda em frases completas. Use a voz ativa, frases afirmativas e que terminam com um claro ponto final. Transmita confiança, determinação e certeza.
IV. Saiba errar e sobreviver: se você cometer um equívoco ou notar que fez ou disse algo errado mantenha a calma e conserte a falha da melhor forma possível. O bom entrevistador irá valorizar a forma como você lidou com a situação adversa, mais do que irá se importar com o fato de você ter errado.
Cuidado com as piadas: evite fazê-las.
V. Entenda a pergunta: ouça a pergunta até o fim, sem fazer interrupção. E se você não entendeu, não tente enrolar – peça que o entrevistador esclareça, e só então responda.
Responda bem: nunca tente fugir da resposta ou enrolar. Seja claro, direto e responda rapidamente. Mas não exagere: quando uma pergunta puder ser respondida apenas com um “sim” ou um “não”, elabore o suficiente para dizer o motivo ou complementar sua resposta. Demonstre seu interesse e iniciativa. Jogue limpo: diga a verdade, não fuja de temas espinhosos e jamais fale mal de sua antiga empresa ou empregadores anteriores.
VI. Faça perguntas: ao final da entrevista, em geral, você ouvirá um convite a fazer suas próprias indagações. O entrevistador espera ouvir perguntas sobre salário, horário e benefícios, mas você pode surpreendê-lo positivamente, fazendo uma pergunta objetiva sobre a atividade desempenhada. Tenha segurança ao se despedir – mas não seja invasivo!
Boa Sorte e Sucesso a todos.
Shirlei Melo
Consultora de Recursos Humanos
29 anos | Rio de Janeiro-RJ
email: shirleinegocios@gmail.com
Fonte: RMM
Vila Notícia participa do lançamento do V Prêmio SEFIN
Nesta edição, o concurso passa a contemplar a categoria de comunicação popular e alternativa.
Os movimentos populares que têm como ferramenta o uso da comunicação estão em festa, pois seu segmento ganhou importância aos olhos da Secretária de Finanças de Fortaleza que na 5ª edição do Prêmio SEFIN de Jornalismo permitiu a participação desses atores sociais.
Evaldo Paulino, coordenador do Jornal Vila Notícia, veículo alternativo do bairro Vila Velha, ver com bons olhos essa nova oportunidade. “Percebo como algo muito positivo, mais uma porta aberta para a comunicação alternativa e isso é sem dúvida uma grande conquista em nosso estado”, ressalta.
O lançamento do prêmio aconteceu no auditório da Receita Federal e contou om palestras ministradas por Mauro Bogéa (diretor geral da ESAF) e Fátima Cartaxo, especialista em gestão fiscal e municipal do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Entre os convidados estavam representantes e comunicadores populares de vários bairros, como Evaldo Paulino, do jornal Vila Notícia, bairro Vila Velha; Inácio Rocha, do site do bairro Antônio Bezerra e a equipe da TV Barra, do bairro Barra do Ceará.
Ao ser perguntado sobre a capacidade dos meios populares de participar de um prêmio como esse, Evaldo Paulino foi enfático em afirmar que “acredita no potencial daqueles que querem contribuir com a comunicação alternativa”.
Podem se inscrever profissionais das áreas de Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e associações, entidades sem fins lucrativos, organizações não governamentais e rádio escola que produzam conteúdo radiofônico de comunicação popular e alternativa em seus espaços de atuação.
Na área de pesquisa, estudantes e profissionais podem concorrer com monografias e artigos científicos. E no âmbito escolar, alunos de escolas públicas e privadas com faixa etária entre 6 e 17 anos concorrem com desenho, redação, poesia ou paródia. Ao todo, serão 15 categorias distribuídas nas áreas de pesquisa, imprensa e escola.
A inscrição pode ser realizada no site do 5º Prêmio Sefin , até o dia o dia 16 de setembro 2011.
Helayne Serafim
Jornalista(JP 2517/CE) e Téc. em turismo
Especialista em Com. Corporativa
85-8817-6620 / 85-8121-8822
curriculo lattes: Clique aqui!
"Efeito Google" aumenta habilidades de busca!
Estudo diz que sistemas de buscas se transformaram em memória externa. Os motores de busca como Google e as bases de dados na internet se transformaram em uma espécie de "memória externa" de nosso cérebro, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (14) na revista Science. O estudo mostra que, por um lado, perdemos memória retentiva de dados, mas, por outro, ganhamos habilidades de procura.
Os educadores e cientistas já advertiam que o homem estava se tornando cada vez mais dependente das informações online, mas até agora havia poucos estudos que o confirmavam, assinala a psicóloga Betsy Sparrow, professora adjunta da Universidade de Columbia (Nova York) e autora do estudo.
Foi justamente sua experiência pessoal - ao perceber que recorria com frequência à base de dados de cinema IMDB para lembrar o nome de alguns atores - que a levou a analisar ainda mais os hábitos de estudo e aprendizado das novas gerações.
Sparrow menciona o doutor em Psicologia Daniel Wegner e professor Universidade de Harvard, que há 30 anos já havia elaborado a teoria da "memória transacional", referente à capacidade de dividir o trabalho de lembrar certo tipo de informações compartilhadas. Como exemplo, ele apontava um casal em que o marido confia que a esposa lembre datas importantes, como consultas médicas, enquanto ela confia que ele lembre nomes de parentes distantes. Assim, ambos não duplicam informações nem "ocupam" memória.
Por causa desta teoria, Sparrow se perguntou se a internet estava desempenhando esse papel com todo internauta, como uma grande memória coletiva.
Junto com sua equipe, ela realizou uma série de experimentos com mais de cem estudantes de Harvard para examinar a relação entre a memória humana, a retentiva de dados e a internet. A equipe descobriu que, quando os participantes não sabiam dar respostas às perguntas, automaticamente pensavam em seu computador como o lugar para encontrar as informações necessárias.
Os pesquisadores descobriram que, se os estudantes sabiam que as informações poderiam estar disponíveis em outro momento ou que poderiam voltar a buscá-la com a mesma facilidade, não lembravam tão bem a resposta como quando achavam que os dados não estariam disponíveis.
Outro dos padrões de comportamento indicados no estudo é que as pessoas não lembram necessariamente como obtiveram certas informações. No entanto, tendem a lembrar onde encontraram os dados que precisam quando não são capazes de lembrar exatamente as informações.
O estudo "Efeitos do Google na Memória” sugere que a população começou a usar a internet como seu "banco pessoal de dados", conhecido como o "efeito Google", e os computadores e motores de busca online se transformaram em uma espécie de sistema de "memória externa".
Sparrow diz que não ficou surpresa ao constatar que cada vez mais pessoas não memorizam dados porque confiam que podem consegui-los com suas habilidades de busca.
- Somos realmente eficientes.
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Fonte: R7



















